Há um gesto simples que marca o início de tudo: abrir as mãos. É a partir desta imagem que surge “As mãos nascem fechadas”. Este é o primeiro espetáculo de 2026 do Colectivo A TRIBO e sobe ao palco do Auditório Municipal Beatriz Costa, em Mafra, nos dias 29 e 30 de maio, às 21h30. “Interessa-nos olhar para o crescimento como um processo vivo, que nunca está fechado”, sublinha Daniela Simões, mentora d’A TRIBO, e acrescenta: “Tal como as mãos, também nós nos vamos abrindo ao longo da vida — ao outro, ao mundo, ao que ainda não conhecemos.”
Em cena, um grupo de 20 pessoas, dos 9 aos 75 anos, constrói uma viagem sobre crescimento e aquilo que nos liga enquanto seres humanos. Entre memórias e descobertas, o espetáculo desenha um percurso onde o corpo, a natureza e o tempo se entrelaçam. “Interessa-nos perceber como é que vamos mudando, como é que vamos crescendo — mesmo quando achamos que já estamos formados”, explica Daniela Simões. Ao longo do processo criativo, o grupo foi encontrando pontos comuns dentro da sua diversidade. “São pessoas muito diferentes, em idades e percursos, mas há coisas que nos atravessam a todos. E é aí que o espetáculo acontece”, refere Daniela Simões. Esta criação cruza, assim, experiências e formas de estar de pessoas de diferentes idades e faz olhar para o que nos transforma ao longo da vida.
Inspirado na natureza e na primavera como estação de renovação, o espetáculo constrói-se a partir de imagens simples e universais: as mãos, a terra, o vento, o tempo. “As mãos guardam histórias, memórias, marcas. Há uma ideia de que tudo aquilo que vivemos fica inscrito no corpo”, afirma a mentora d’A TRIBO que considera que “há qualquer coisa de muito bonito nesta ideia de começo permanente. Mesmo em adultos, continuamos a nascer muitas vezes”.
O bilhete para assistir ao espetáculo “As mãos nascem fechadas” do Colectivo A TRIBO, custa o donativo de 9€ e basta reservar através do email geral@colectivoatribo.pt ou do número de telemóvel 910672458. Eis o vídeo-teaser: https://youtube.com/watch?v=OzjtU9uRUJA&feature=shared.
Sinopse do espetáculo “As mãos nascem fechadas”
Um espetáculo sobre crescimento, que acredita na Primavera como um estado de espírito. É sobre a renovação, o desenvolvimento e o florescimento da Natureza e da Vida. É sobre as histórias que as mãos começam a contar a partir do momento em que se abrem pela primeira vez. É um espetáculo sobre a terra que nutre e o vento que espalha as sementes e traz mudança. “As mãos nascem fechadas” é uma subtil viagem pelas memórias, individuais e coletivas, que se vão colecionando na pele de todas as mãos.
Agenda de Espetáculos do Colectivo A TRIBO
“As mãos nascem fechadas”
Auditório Municipal Beatriz Costa, Mafra
29 de maio (sexta) | 21h30
30 de maio (sábado) | 21h30
“Ligar/Desligar”
Auditório Municipal Beatriz Costa, Mafra
13 de junho (sábado) | 21h30
14 de junho (domingo) | 21h30
“As Pessoas”
Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, Ericeira
10 de julho (sexta) | 21h30
11 de julho (sábado) | 17h30 e 21h30
12 de julho (domingo) | 21h30












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