A guerra na Ucrânia está a começar a ter repercussões internas na Rússia, desde que a Ucrânia começou a ter capacidades de atacar em profundidade.
Putin, com os cerca de trinta mil homens que lhe morrem mensalmente, poderá ter de fazer uma mobilização geral e, para garantir que os jovens não saem do país, as fronteiras terrestres deixaram de permitir que estes saiam do país. Esta atitude tem consequências, que as elites russas, com filhos, comecem a pensar em derrubá-lo.
Atendendo aos problemas internos, Putin não pode sentir-se encurralado, pois, se isso acontecer, ressuscita o eterno dilema do prisioneiro de, perdido por cem, perdido por mil, e pode sentir-se tentado a lançar uma bomba nuclear.
Nuno Pereira da Silva
Coronel na Reforma












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