Putin responde a todas as iniciativas de paz, mesmo as que ele promove e propõe indiretamente através de Abramovich, com o costume: que só haverá paz quando os Ucranianos saírem do Dombass. Às vezes acrescenta os quatro Oblasts que introduziu na Constituição Russa, outras não.
Zelensky está desesperado por mostrar que quer a paz, que também não quer. A continuar assim, sem cedências e sem avanços na frente, o conflito tenderá a ficar como o coreano, em que as duas Coreias não assinaram nenhum acordo de paz e o conflito fica congelado.
Ambos dizem querer a paz, mas não querem, só querem promover narrativas na sua guerra comunicacional, narrativas que só servem para os analistas como eu repetirem chavões a favor de um ou de outro, ou seja, para alimentar as claques.
Nuno Pereira da Silva
Coronel na Reforma












Adicionar comentário