Os representantes dos EUA em Islamabad ficaram a ver navios, pois não houve negociações com os representantes do Irão. É uma vergonha e um sapo que a potência tem de engolir, à semelhança da Rússia, que o está a fazer há anos na Ucrânia.
Nem Vladimir Putin duvidou que esmagaria os seus inimigos, no entanto, a realidade tem demonstrado o contrário, e os Davids da guerra têm vergado os Golias.
Para a European Union, tanto a Ucrânia como o Irão são dois conflitos com graves consequências no seu espaço interno e na sua zona de influência, os milhares de quilómetros a partir de Bruxelas, como definido na Política Comum de Segurança e Defesa.
Talvez a European Union e a NATO devessem encabeçar uma ofensiva diplomática para tentar mediar os conflitos, porque a UE e a NATO são organizações políticas.
A UE, a meu ver, vai ter de ter um papel mais interventivo, se se quer autonomizar dos EUA.
Nuno Pereira da Silva
Coronel na Reforma












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