A principal razão, a meu ver, está relacionada com o tipo de capacidades militares americanas, que ainda não incluem forças terrestres em quantidade suficiente para provocar tal efeito.
O Irão tem confiança de que pode resistir a ataques aéreos e de mísseis, pois já o conseguiu fazer uma vez, sem praticamente nada ter sido destruído que comprometesse o poder dos aiatolás ou a continuação dos seus projetos de mísseis e do nuclear.
Além disso, o Irão está a rearmar-se com material russo e chinês, tendo alguns desses sistemas já chegado ao país. Ou seja, está a colmatar as suas principais lacunas, como radares e armas antiaéreas.
Esta atitude poderá levar Trump a considerar um ataque terrestre, o que demoraria cerca de quatro meses até concentrar forças num país na fronteira com o Irão, muito provavelmente na região curda.
Nuno Pereira da Silva
Coronel na Reforma












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