O Irão entra a endurecer a repressão contra os opositores e está a cometer uma chacina, ou, se quisermos, um genocídio, de acordo com a raiz etimológica da palavra e não ainda no jurídico.
É em tudo muito semelhante ao que Israel está a efetuar na Palestina, mas ainda assim não no mesmo número.
O Irão parece não aceitar as condições dos EUA para assinar um acordo; parece-se que as negociações são uma forma de ganhar tempo para efetuar o deslocamento de forças e de apoio logístico necessários para uma grande operação que passe pelo Exército, que, de acordo com a informação de que disponho, já é uma força que ronda os 190 000 efetivos, ainda não suficientes para uma operação terrestre, se levarmos em conta que no Iraque era de cerca de 400 mil efetivos, e que, para o fazerem, demoraram cerca de quatro meses. Não tendo esse efetivo ou perto, voltamos ao ineficaz poder aéreo, como ficou provado na última operação.
Nuno Pereira da Silva
Coronel na reforma












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