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Eurodeputado Hélder Sousa Silva congratula-se com os ajustes aos programas europeus para rearmar a Europa

O eurodeputado Hélder Sousa Silva elogiou hoje, em Estrasburgo, o ajuste proposto aos programas europeus para rearmar a Europa, de forma a responder à nova realidade de segurança, que “mudou profundamente nos últimos tempos”. Falando sobre o plano ReArm Europe, o eurodeputado disse que “para que todos os Estados-membros contribuam, todos devem participar, desde as PME às universidades”.

Analisando a proposta do Parlamento Europeu e do Conselho que altera os regulamentos da União Europeia relativos aos investimentos relacionados com o setor da defesa, de modo a implementar o plano ReArm Europe, Hélder Sousa Silva destacou a abertura às Forças Armadas como beneficiárias de programas e de fundos europeus; a utilização de Fundos de Coesão para aumentar a capacidade de resiliência dos Estados-membros; a prioridade que passou a ser dada à segurança à proteção civil, assim como à mobilidade militar.

Depois de identificados os problemas da UE, que passam pela necessidade da Europa “produzir mais depressa, inovar melhor, de reduzir a sua de dependência de países terceiros e de reduzir a carga burocrática”; o eurodeputado português congratulou-se ainda com a introdução de temas na resolução, como a inclusão da Inteligência Artificial em matérias ligadas à I&D e à produção industrial militar; assim como a alusão às ameaças híbridas, onde equipamentos e infraestruturas de duplo uso são cada vez mais solicitados.

Hélder Sousa Silva, que integra as Comissões de Defesa e do Orçamento, do Parlamento Europeu, terminou a sua intervenção no plenário, lembrando que: “Se queremos que todos os Estados-membros contribuam, então temos de garantir que todos podem participar: que as PME têm acesso, que as regiões menos industrializadas não ficam de fora, que as Universidades contribuem com I&D aplicada”.