A UE, pela primeira vez, vai ter de no Conselho, repensar as consequências desta guerra para o seu futuro. Penso que a PCSD e o seu aprofundamento vão estar em discussão, de forma formal e informal.
A recusa em entrar no conflito do Irão vai obrigá-la a responder a todas as manobras de Trump, não com animosidade, mas reciprocamente. Cada investida terá de levar uma resposta proporcional em todos os domínios.
Temos já alguma base industrial, cujos produtos estão a ser testados na Ucrânia e têm provado a sua eficácia no combate.
Tenho a certeza de que os políticos vão perceber que os EUA passaram de aliados confiáveis a competidor estratégico e são uma ameaça à sua existência. E isso é grave, o conflito passa a ser existencial.
Nuno Pereira da Silva
Coronel na Reforma












Adicionar comentário