Perante a possibilidade de derrota eleitoral, Lula convoca reunião de emergência. Esta decisão poderá ser importante para inverter o curso da eventual eleição presidencial, que talvez seja impossível de inverter.
Se Bolsonaro filho ganhar, Trump ganha mais um aliado no seu hemisfério Ocidental e o Brasil terá seguramente outra postura nas suas relações exteriores, mais consentânea com os interesses de Trump relativamente às terras raras e outros recursos.
O Mercosul poderá perder relevância, bem como o tratado com a UE, que tanto demorou a estabelecer.
As relações com a CPLP também serão diferentes, pois o Brasil deverá iniciar uma nova relação, na mesma mais consentânea com o facto de ser a potência dominante, permitindo abrir uma porta de influência em África por interposto Estado.
A sua posição nos BRICS e no Novo Banco de Desenvolvimento poderá mudar muito, embora não tenha acontecido no tempo de seu pai.
A política internacional é um xadrez muito complexo, em que os peões mudam de lado de acordo com o tempo e nas esferas de influência que escolhem.
Nuno Pereira da Silva
Coronel na Reforma












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