A Guarda Revolucionária do Irão foi considerada um grupo terrorista pela UE na sequência da repressão genocida das autoridades iranianas, que estima-se matou mais de trinta mil pessoas, uma razão relevante para o fazer, embora não tenha tido coragem para o fazer em casos semelhantes.
Os EUA também o fizeram recentemente, o que pressupõem que, a exemplo do que se passou na Venezuela, deram um objetivo militar legítimo, como ação contra terrorista, sem necessitar autorização do Senado. Um subterfúgio ao controlo político da sua ação, que atacará nomeadamente toda a estrutura de enriquecimento de urânio e de fabrico dos seus vetores.
Começo a não ter dúvidas sobre este assunto, apesar do pedido em contrário dos países do Golfo com medo que o Irão feche o golfo de Ormuz, como hoje ameaçou.
Trump diz querer negociar; o Irão não fecha a porta, mas da última vez que em Itália estavam a negociar foram atacados. Talvez vão negociar, o que não quer dizer que não venham a ser atacados no meio das mesmas.
Nuno Pereira da Silva
Coronel na Reforma












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